Exército do Lula atinge 10 milhões de seguidores no WhatsApp na reta final da eleição
O canal Exército do Lula, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), atingiu a marca de 10 milhões de seguidores no WhatsApp nesta sexta-feira (23), segundo a informação sobre o novo número de inscritos. O patamar era uma das metas anunciadas pelo parlamentar e pelo presidente Lula (PT) para a reta final da eleição, cujo segundo turno será disputado no domingo (25), contra Flávio Bolsonaro (PL).
O crescimento ocorreu principalmente nas semanas posteriores ao primeiro turno. Criado em abril, o canal reunia cerca de 50 mil seguidores antes da votação de 4 de outubro. A partir daí, passou a funcionar como um espaço de divulgação de conteúdos e organização de atividades digitais relacionadas à campanha petista.
Na quarta-feira (21), o Exército do Lula havia chegado a 7 milhões de inscritos. Na quinta (22), já ultrapassava 8 milhões, enquanto Janones preparava uma transmissão ao vivo com o presidente.
Durante o encontro, que reuniu artistas como Marieta Severo, Camila Pitanga e o cantor Jão, Lula participou das brincadeiras sobre a organização do grupo, no qual Janones é chamado de “general” e o presidente recebeu o apelido de “marechal”.
A live registrou aproximadamente 1,2 milhão de aparelhos conectados simultaneamente no canal oficial de Lula no YouTube, segundo dados divulgados pela imprensa
TSE impede suspensão do Exército do Lula
O crescimento do canal ocorre em meio a uma disputa na Justiça Eleitoral. Nesta sexta-feira (23), o ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, concedeu uma liminar que impede o presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, de determinar administrativamente a suspensão ou restrição do Exército do Lula.
A decisão estabelece que uma eventual retirada do canal do ar dependerá de deliberação judicial do plenário do TSE. O tribunal também esclareceu que não havia determinado a suspensão de canais de WhatsApp e reuniu representantes das principais plataformas digitais para cobrar tratamento igualitário às campanhas na reta final do segundo turno.
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