Hortolândia continua com contagem de larvas de Aedes aegypti em imóveis residenciais

05/10/2026 - 14:51
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Hortolândia continua com contagem de larvas de Aedes aegypti em imóveis residenciais

Equipes da Prefeitura continuam a percorrer cidade para realizar Análise de Densidade Larvária, durante esta semana 

Hortolândia continua com preparativos para enfrentar o Aedes aegypti no próximo verão. A Prefeitura segue com a ADL (Análise de Densidade Larvária). A ação é importante para que o município monitore como está o nível de infestação do mosquito. O índice medido é também importante para balizar a Prefeitura sobre a necessidade de definir e adotar novas estratégias e/ou reforçar ações contra o mosquito e de enfrentamento e prevenção à Dengue e demais arboviroses. 

A ADL consiste em visitas da UVZ (Unidade de Vigilância de Zoonoses), órgão da Secretaria de Saúde, para fazer a contagem da quantidade de larvas do mosquito encontradas em imóveis residenciais.

Diante da importância da ADL, a Prefeitura de Hortolândia reforça para que os moradores permitam a entrada em suas casas dos agentes da UVZ. Eles estão identificados com crachá e uniforme. Em caso de dúvida, a população pode entrar em contato com a UVZ pelos telefones (19) 3897-3312 ou (19) 3897-5974.

A UVZ realiza a análise por amostragem. De acordo com o órgão, são visitados, em média, 600 imóveis em cada uma das cinco regiões que compõem a cidade, o que totaliza em torno de 3.000 imóveis visitados. A definição dos quarteirões a serem percorridos pelas equipes é feita por sorteio. De acordo com a UVZ, a previsão é concluir a ação em 15 dias, a depender das condições climáticas.


Nas visitas, os agentes recolhem, identificam e contabilizam algumas das larvas para gerar o Índice de Breteau, que mede a quantidade de larvas encontradas. O índice é dividido em três escalas:

– de 0 a 1, baixo

– de 1 a 4, médio 

– acima de 4, alto  

A análise é feita três vezes ao ano: janeiro, julho e outubro. Em janeiro deste ano, a ADL foi 8.2. O índice foi alto por causa do verão, época de maior atividade do Aedes aegypti. Em julho, o índice medido foi 3.5. Já a ADL de outubro do ano passado foi de 0.3, considerada baixa.

Última atualização: 5 de outubro de 2026

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